• Leonardo Amaro

Mafia 2: Temática Excelente, Jogo nem Tanto

Mafia 2, lançado em 2010, é a continuação do aclamado Mafia: The City of Lost Heaven de 2002. Desenvolvido pela 2K Czech e publicado pela 2K Games, o jogo foi muito bem produzido graficamente e teve uma história bem delineada. Porém, a 2K esqueceu que era um jogo e não uma longa-metragem ou série de TV.


Mafia: The City of Lost Heaven, criado pelo estúdio tcheco Illusion Softworks (mais tarde comprado pela 2K Games e transformado na 2K Czech), foi muito bem criticado na época principalmente pelos seus gráficos, excelente ambientação da década de 1930 e jogabilidade. Teve alguma falhas, como problemas nas animações dos personagens (foram feitos patchs posteriormente) e a falta de semelhança entre a Máfia real e a Máfia do jogo. Chegaremos neste posto logo, logo. O principal foco do jogo era o personagem chamado Tommy Angelo, que se tornou um delator (um “rato”), testemunhou contra seus companheiros e contou sua história: um simples taxista da fictícia Lost Heaven que se tornou parte da Família Salieri, chefiada por Don Ennio Salieri, e a rivalidade com a Família Morello. Personagens como Frank Colletti, Sam e Paul foram marcantes.

Neste jogo, vimos pouco ou quase nada da vida mafiosa, pois o que percebi foi somente um monte de gangsters ítalo-americanos cometendo crimes. Apesar da história ser muito boa, faltou o que o jogou prometeu: a vida na Máfia ítalo-americana ou Cosa Nostra.


Tommy Angelo



Vito Scaletta


Em Mafia 2, que se passa na também fictícia cidade de Empire Bay nas décadas de 1940 e 1950, o jogador controla o siciliano radicado nos EUA Vito Scaletta, que, através de seu amigo Joe Barbaro, trabalha para a Máfia até se torna um wiseguy, made man, “homem feito”, “iniciado” ou “homem de honra”. Enquanto ascende no submundo do crime e faz seus contatos, descobre a existência das três Famílias mafiosas da cidade chefiadas cada uma por um chefe: Carlo Falcone, Frank Vinci e Alberto Clemente. Através de muito “trabalho”, conseguiu respeito suficiente para ser iniciado na Família Falcone. Teve ótima inspiração nas histórias reais da Máfia ítalo-americana e existe realmente verossimilhanças, diferente do seu antecessor. Vale lembrar que há um DLC para Mafia que inclui a história “Jimmy´s Vendetta” com novo personagem e nova trama.

O grande problema de Mafia 2 é o foco na história. A produtora simplesmente esqueceu que um jogo deve ter a interação entre o jogador e o mundo virtual e encheram de cut scenes. Muitas vezes demorei mais vendo uma cut scene (que eu adoro nos jogos) do que jogando. Apesar de Empire Bay ser aberta a exploração (não é uma cidade muito grande), você muitas vezes não tem oportunidade de explora-la. Outro grande problema foi a demora na produção do jogo. Lembro bem que ouvi rumores de que Mafia 2 começaria a ser desenvolvido em 2005. Foi oficialmente anunciado em 2008 e só foi lançado em 2010. Eu esperava que ele fosse lançado no ano de 2008 (!), pois muitas vezes vi imagens de um possível continuação de Mafia. Ou seja, a expectativa era grande. Infelizmente, a 2K Games não conseguiu atingir essa expectativa.

A Máfia

Mas o que é a Máfia, que muitos conheceram assistindo a filmes como a trilogia de “O Poderoso Chefão” e um sucesso de Martin Scorcese chamado “Os Bons Companheiros”? Na Sicília, a Máfia era chamada de Società d´Onore ou Sociedade de Honra, onde apenas homens que juravam a Omertà (lei de segredo entre seus membros) podiam adentrar, como um tipo de Maçonaria, e usufruir do direito de fazer o que quiserem, até cometer crimes – mas também existiam os médicos, os professores, os fazendeiros, os empresários etc. Nos EUA, os mafiosos eram em sua maioria criminosos, embora não se vissem como tal, pois achavam que podiam fazer qualquer coisa, pois eram mafiosi ou uomini d’onore.


La Cosa Nostra, como ficou mais conhecida nos EUA, começou se formar na década de 1920, principalmente na cidade de New York, sob a chefia de Giuseppe “Joe the Boss” Masseria, que reinava sobre o submundo ítalo-americano. Não reinava absoluto porque havia ainda as fragmentadas quadrilhas irlandesas, judias, alemãs e anglo-escocesas entre outras. Na década de 1930, surgiram as Cinco Famílias de New York City, que, junto com outras Famílias espalhadas pelo país, formaram A Comissão, um tipo de conselho diplomático que apaziguaria as tensões entre os chefes, pois não há até hoje um Capo di Tutti Capi (“Chefe de Todos os Chefes”) que mantenha um controle centralizado.

A Vida do Mafioso

Mas como é a vida na Máfia? Como entrar? Quais as regras?

Apesar de atualmente as regras serem quebradas constantemente pelos mafiosos, até a década de 1970 a Tradição – chamada assim por Joseph Bonanno o conjunto de regras que devem ser obedecidas por todos os membros oficiais – era bem respeitada.

Alguém só se torna membro da Cosa Nostra ou é iniciado numa Família se for descendente de italianos. Até final da década de 1920, apenas sicilianos eram permitidos. Em 1930, foi abertos aos italianos não-sicilianos. Posteriormente foi aberto também aos filhos de italianos e descendentes diretos. Na década de 1970, os filhos de homens ítalo-americanos (ou seja, tinha que ter o último nome italiano) foram permitidos a entrar também.

E como ser aceito numa Família mafiosa? A pessoa deve saber ganhar dinheiro, obedecer ordens sem questionar e, algumas vezes, matar. Quando se mata alguém, a pessoa está provando sua hombridade e sua coragem, está “fazendo seus ossos”. Geralmente demora quase dez anos para alguém ser aceito numa Família. Enquanto isso, ele é chamado somente de associate, connected, associado a algum mafioso. Ele deve trabalhar a serviço de alguma pessoa que já foi “feita” e fazer seu nome nas ruas. Portanto, ele está sob responsabilidade deste mafioso trabalhando para a Máfia, mas sem os benefícios da proteção da Família. Mas um criminoso que trabalha para um mafioso já está muito bem protegido e por isso muitos o fazem, mesmo os não-italianos que nunca poderão ser iniciados – por isso houve tantos gangsters judeus sob as “asas” de mafiosos.


O cantor Frank Sinatra (no meio) com seus amigos mafiosos: Paul Castellano, Gregory DePalma, Tommy Marson (associado), Carlo Gambino, Aladena “Jimmy the Weasel” Fratianno, Salvatore Spatola e (sentados) Joseph Gambino e Richard Fusco.


Após passar um longo tempo como associado, o “aspirante” é proposto para ser iniciado quando os “livros são abertos”, expressão que significa que o chefe da Família quer novos membros. Aqueles que possuem associados, não importa sua posição, dão algum jeito para que o chefe saiba da existência do seu pessoal. Geralmente o chefe já conhece aquele que está sendo proposto a membro e sabe de sua reputação, pois todo chefe de Família tem muitos “ouvidos”. Aqueles que são propostos por membros de posição mais baixas são preteridos por aqueles de posição mais elevada devido ao nível de respeito entre o chefe e seus subordinados. Se o chefe aceitar os nomes que lhe forem passados, ele repassa o nome para todos os membros da Família e, se existir, passa também para as outras Famílias locais, pois é necessário saber se algum associado tem pendências com algum membro, seja dívida de empréstimo, problemas pessoais ou rivalidades. Um associado que tenha problemas com qualquer membro da Cosa Nostra é recusado de imediato.

O Ritual de Iniciação

O dia do Ritual do Iniciação é, para muitos mafiosos, a glorificação do seu trabalho de longos anos. De acordo com os delatores Joseph Valachi e Aladena James “Jimmy the Weasel” Fratianno, o ritual ocorre em uma sala escura onde vários membros da Família estão sentados perante uma mesa, principalmente o chefe da Família, seu subchefe e seu conselheiro. Uma figura de um santo é posta na mesa, ao lado de uma arma e de um punhal. O chefe anuncia (às vezes em italiano) ao neófito que ele está diante de uma sociedade que existe há gerações, de pessoas ligadas pelo juramento, composta somente por homens de coragem, honrados e que nunca esquecem sua lealdade. A lealdade à Família deve vir antes mesmo da lealdade à sua mulher e à seus filhos e à seus pais. Mesmo que algum parente esteja morrendo e ele for convocado, ele deve deixa seu parente e comparecer imediatamente. Após ser questionado se deseja realmente entrar para a sociedade, o novo membro é questionado qual dedo ele utiliza para engatilhar uma arma. Este dedo é furado com uma agulha. O sangue que sai deste dedo cai na figura do santo. Em seguida, a figura é colocada sobre as mãos dele e ateiam fogo nela. Enquanto fogo queima a figura e as mãos do novo membro, as principais regras da Máfia, a chamada A Tradição, são declaradas pelo chefe:

  1. A Omertà, a infame “Lei do Silêncio”. Dizem que a origem da palavra significa “hombridade”. Deve-se manter segredo sobre todos os atos da Família e nunca revelar a existência de alguma coisa chamada “Mafia”, “Cosa Nostra” ou “sociedade secreta”. Em verdade, é a Lei da Lealdade à Máfia.

  2. Não deverá violar a mulher de outro membro. Nunca deverá tocar na família de outro membro.

  3. Nunca deverá questionar as ordens dos superiores. Nunca deixará de cumprir uma ordem para fazer outra coisa, não importando se seus pais estiverem morrendo.

  4. Nunca se envolverá com drogas – atualmente, esta regra serve para proibir o uso de drogas pelos membros, mas pode traficar (até final da década de1970 era totalmente proibido). Um membro dopado é de pouca confiança e deve ser eliminado.

  5. Ao apresentar uma pessoa a um “homem feito”, se essa pessoa não for um membro, ela deverá ser apresentada como “este é um amigo meu” (amico mio). Se a pessoa for outro “homem feito”, deverá ser apresentado como “este é um amigo nosso” (amico nostro).

  6. Nunca poderá se apresentar a outro “homem feito” que não o conheça, principalmente se for de outra Família. Você deve ser apresentado por alguém que conheça tanto você quanto a pessoa que você não conhece.

  7. Todo membro leva o poder da Família aonde quer que vá. Ele representa a Família não importa onde estiver. Por isso, se estiver num local pertencente a outra Família, o membro deve se apresentar ao chefe local para prestar respeitos e pedir autorização para fazer o que tiver que fazer na cidade.

  8. Nunca poderá ofender outro membro, mesmo que de outra Família. Nunca poderá atrapalhar os negócios de outro membro. Nunca interferirá na fonte de renda de outro membro.

Após a figura queimar e virar cinzas nas mãos do recém-iniciado, o chefe diz que a arma que está na mesa representa o pelo que se vive (sua proteção) e o punhal é pelo que se morre (sua traição). E, por último, declara a última regra: na Máfia, você entra vivo e só sai morto. Você somente deixará de ser um membro após sua morte. Não existe aposentadoria, não existe descanso, férias renumeradas, etc. Se pedir para sair da sociedade, você será morto para este pedido ser atendido. Poderá pedir para ser rebaixado da posição, poderá pedir para se afastar de suas funções, poderá pedir para viver em outro lugar. Se o chefe aceitar seu pleito, você poderá fazer o que pediu, mas ainda continuará sendo um mafioso, um membro da honrada sociedade. E, onde quer que esteja, deverá continuar a obedecer ordens. Por fim, diz que qualquer infração cometida será punida com morte. Não existe prisão, não existe indenização, só existe morte.

Em seguida, o chefe o apresenta a todos os membros presentes e o iniciado deve abraçar a cada um como um novo irmão.

Deste dia em diante, o novo mafioso será visto como um novo homem, alguém que recebeu o batismo do renascimento, alguém que não exige respeito, mas é respeitado onde quer que vá. E poderá fazer seus próprios negócios, ter sua própria fonte de renda, criminosa ou não, com a proteção da Família. Poderá ter seus próprios associados e formar sua quadrilha. Mas, não importa o que aconteça, deverá continuar a ganhar dinheiro para o chefe, sempre uma percentagem de seus lucros ou uma quantia fixa, variando de chefe para chefe.

A Hierarquia

Após ser iniciado, o mafioso poderá ser promovido dentro de uma hierarquia. Apesar do nível de respeito variar entre seus membros, o que conta é sua posição. A ele é explicado, logo após o Ritual, sobre como funciona uma Família dentro da hierarquia:


Boss: O chefe da Família, o poder soberano dentro da organização. Como um rei, tem poder de vida e de morte sobre os membros da sua Família. Sempre quando um chefe muda, todo o resto na Família pode mudar, como mudanças de capitães e forma de administração, e quem estava em paz pode acabar sendo morto por reconhecidamente ter alguma rivalidade com o novo chefe.

Underboss: O subchefe, o segundo-em-comando, representante direto do chefe. Tem o poder de chefiar a Família quando o chefe estiver ausente ou até que a Família escolha o sucessor. Tem poder sobre todos abaixo dele.

Consigliere: o conselheiro, continuou com sua nomenclatura original através das décadas. Braço-direito do chefe, também seu representante direto, tem a função ser os olhos e ouvidos do chefe dentro da Família. Também lhe serve como secretário, contador e diplomata, pois mutias vezes serve como mensageiro entre as Famílias. Apesar de não ter poder de mando sobre os outros membros como o subchefe, ninguém ousaria desobedecê-lo devido ao seu nível de respeito e à proximidade com o chefe.

Os três membros acima formam a Administração, que fica longe dos negócios da Família e poucos podem se aproximar. São eles que planejam, tomam decisões e gerenciam o rumo de todos os membros. E são eles que recebem o dinheiro que entra na Família, dividindo entre eles e ficando a maior parte para o chefe.

Caporegime: também chamado de capo ou apenas de capitão, é um dos “tenentes” que gerenciam os membros diretamente. São os homens de confiança do chefe e podem se aproximar dele sem necessitar de autorização. Foram escolhidos devido à sua noção de organização, à sua lealdade e ao seu respeito entre os outros membros. Quando o chefe toma grandes decisões que afetarão a todos, convoca os seus capitães também. São os capitães que escolhem o próximo chefe da Família se acharem que o subchefe não é o indicado para suceder na posição. Chefiam os membros de posição inferior e são os seus intermediários entre eles e o chefe da Família. Geralmente chefiam de cinco a trinta soldados, dependendo do tamanho da organização. Se um soldado quer falar com o chefe, deve pedir autorização para o seu capo. Algumas vezes chefiam territórios e outras chefiam um determinado negócio, como jogatina, prostituição, loteria clandestina, agenciamento clandestino de apostas, extorsão, agiotagem, corrupção de autoridades públicas, corrupção de sindicatos trabalhistas, tráfico de drogas e armas, contrabando de cargas roubadas, contrabando de carros roubados, fraude da bolsa de valores e falsificação de documentos. Muitos capitães não gerenciam um negócio diretamente, preferindo dar liberdade para aos seus soldados. Na grande maioria dos casos, o sucessor do chefe é escolhido entre os capos da Família.

Soldier: O soldado, a primeira posição de um membro e muitas vezes a única. O soldado é o agente, o “faz-tudo”, aquele que recebe os “contratos” (ordens de assassinato). Apesar das “honrarias” que recebe no submundo e possuir a proteção de toda a Família, tem a obrigação de obedecer qualquer tipo de ordem e de ganhar dinheiro, muito dinheiro. Para isso ele conta com o poder que recebeu, ou seja, ninguém pode interferir em seus negócios e pode pedir auxílio para iniciar uma empreitada. Um gangster qualquer que quiser impedir seus negócios sentirá o peso da Máfia. O soldado iniciante geralmente está envolvido com roubos e contrabando. Formará sua própria quadrilha de associados e roubará bancos, lojas, caminhões de carga etc. Com o dinheiro, poderá se tornar agiota, abrir sua própria casa de jogos de azar, comprar e vender armas, agenciar apostas ilegais etc. Pode entrar numa esquema de corrupção sindical, todavia geralmente este tipo de negócio é operado somente por pessoas escolhidas a dedo pela Administração devido à quantidade de dinheiro envolvida. A maioria dos soldados terminam suas vidas como soldados. Muitos preferem continuar como soldados mesmo que convidados à promoção, pois quanto maior a posição do membro, maior as chances do FBI estar investigando seu dia-a-dia.

Associate: o não-membro, o aspirante, o que está de fora, o rapaz que está aprendendo as regras apenas ouvindo conversas, aquele que está aprendendo a obedecer sem pestanejar. Conhecendo e sendo conhecido nas ruas, nos clubes e bares que os mafiosos frequentam, procurando fazer negócios para mostrar que sabe ganhar dinheiro. Exigindo respeito para ser respeitado. Muitos associados continuam suas vidas apenas como associados, seja porque não é italiano ou descendente, seja porque nunca demonstrou confiança ou inteligência suficiente para ser iniciado, ou porque em sua época os “livros nunca foram abertos”, como aconteceu entre o final da década de 1950 e metade de 1970. Algumas Família possuem mais associados do que membros iniciados, como a Família Gambino de New York, que já teve 1.000 membros oficiais e 3.000 associados, de acordo com dados do FBI. Como o leitor deve ter percebido, a Família mafiosa não tem realmente relação de sangue entre seus membros, não há parentesco, como alguém pode entender erroneamente ao assistir ficções como O Poderoso Chefão ou A Honra do Poderoso Prizzi. Na Sicília, de acordo com o falecido Tommaso Buscetta, era proibido parentes serem membros de uma mesma Família. Tudo funciona na base do respeito e do dinheiro. Quem tiver mais, ganha. Nos EUA, nunca foi proibido parentes pertencerem a uma mesma Família, mas o nepotismo era moralmente prejudicial. Em verdade, as poucas vezes que o grau de parentesco influenciou uma promoção dentro da Máfia crises internas surgiram, como aconteceu na década de 1960 quando ocasionou a “Guerra das Bananas” (como ficou conhecida nos periódicos), mas isso é conversa para outro dia.

Exemplo real da hierarquia da Família Gambino.

Atualmente

Atualmente, a Cosa Nostra estadunidense está extremamente enfraquecida, não sendo mais do que um farrapo comparando com os tempos da Lei Seca ou do pós-guerra. Os motivos são principalmente:  a falta de lealdade dos seus membros, pois os novos mafiosos não têm a mesma moral dos seus ancestrais sicilianos, a Lei R.I.C.O., que pune qualquer ligação com o crime organizado, e o Programa de Proteção a Testemunhas que o Estado americano oferece aos “ratos”; a concorrência com as novas organizações criminosas, como a perigosa Tríade Chinesa, a rica máfia russa, os criminosos sírio-libaneses, as quadrilhas greco-armênias, os traficantes de drogas latino-americanos (colombianos, mexicanos e cubanos principalmente), tão organizados e temidos quanto a Máfia italiana; e as investigações do FBI, que desde a década de 1950 (após a delação do mafioso Joseph Valachi perante a Comissão McClellan) se especializou em crime organizado especialmente relacionado à Máfia, levando centenas de mafiosos à prisão durante décadas, sempre em julgamentos com dezenas de réus.

[/center]

Apesar de fraca hoje em dia, ainda continua ativa e pólo de criminosos de descendência italiana, operando principalmente no ramo de jogatina, extorsão e agiotagem.

Como a Cosa Nostra de verdade está virando história, melhor mesmo é saber das histórias dos mafiosos do passado. Muito mais interessante e intrigante do que qualquer romance de ficção policial.

#Clemente #mafia #EmpireBay #Assassinato #Vinci #Jogos #VitoScaletta #Falcone #OsBonsCompanheiros #LostHeaven #Mafioso #Games #CosaNostra #TommyAngelo #Salieri #Hierarquia #RitualdeIniciação #Morello #Capo

Siga-nos nas redes sociais

  • Facebook - Aerolitos
  • Twitter - Aerolitos
  • LinkedIn - Aerolitos
  • YouTube - Aerolitos
  • Instagram - Aerolitos

©2020 - Aerolitos